Última alteração: 2017-08-17
Resumo
A biossegurança no Brasil possui duas vertentes, ou seja, a Legal, que trata questões jurídicas através da Lei n° 11.105, a chamada “Lei de Biossegurança”, sancionada pelo governo brasileiro, em março de 2005, que aborda questões envolvendo a manipulação de organismos geneticamente modificados (OGM’s) e pesquisas com células tronco embrionária. A segunda vertente é a biossegurança praticada, aquela desenvolvida pelas instituições de saúde, ensino, pesquisa e desenvolvimento tecnológico com ação prevencionista à exposição ocupacional dos seus profissionais aos riscos causados por agentes químicos, físicos, biológicos, ergonômicos, psicossociais, presentes nesses ambientes laborais.
Cada vez mais a questão da biossegurança acarreta em tons polêmicos no Brasil, porque dela decorrem questões políticas, sociais, ambientais, econômicas e religiosas. Segundo alguns autores, por ser uma ciência com características multidisciplinar, interdisciplinaridade e ainda transdisciplinar a biossegurança gera uma “crise de identidade”. Pesquisadores envolvidos nesse tema discutem a falta de profissionais voltados para a biossegurança e a escassez de currículos profissionais da área da saúde voltados para o tema em questão.
Para responder a esse desafio, urge fortalecer a competência científica e tecnológica na área e, portanto, contar com grupos de profissionais qualificados, principalmente no que se refere a áreas básicas como a Biossegurança e informação em saúde.
Desta forma, o referido estudo utilizou as ferramentas da modalidade à distância por meio da plataforma gratuita Moodle como incentivo de promover a Capacitação em Biossegurança na Pesquisa Científica do funcionalismo público que habitualmente estão em contato direto ou indireto às atividades de risco para que no futuro possamos tenhamos profissionais mais empenhados nesta temática .