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PRESERVAÇÃO DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DO ESPAÇO MEMORIAL CARLOS CHAGAS FILHO
ERIKA NEGREIROS, GABRIELLA LÚCIO, GABRIELLA MENDES, THAIS ALMEIDA, ANA PAULA CORRÊA, DANIELE BOTARO

Última alteração: 2017-08-18

Resumo


O Espaço Memorial Carlos Chagas Filho (EMCCF) foi fundado em 20 de dezembro de 2000, por iniciativa da direção do Instituto de Biofísica Calos Chagas Filho (IBCCF) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tendo como principal objetivo homenagear, resgatar e divulgar a história da pesquisa no IBCCF e de seu patrono e fundador, o médico, pesquisador, professor e cientista, Carlos Chagas Filho. A coleção do EMCCF foi formada após o falecimento de seu patrono, sendo grande parte do acervo doado por sua família, o qual se encontra em exposição desde 2001. Dentre os 1406 livros que o EMCCF possui, estão itens do acervo pessoal de Carlos Chagas Filho e também itens provenientes de doações de docentes e amigos do Instituto. Ao longo do tempo, alguns livros foram expostos a condições adversas e não adequadas de conservação, as quais causaram expressiva deterioração em alguns exemplares.  Trinta e dois livros que compõem o acervo passaram por uma inundação há alguns anos, devido à construção de um laboratório no andar superior o que provocou a ruptura de uma tubulação. Os livros inundados foram separados e secados, mas nenhuma outra intervenção foi realizada. Os exemplares escolhidos permaneceram por anos no mesmo lugar, mas atualmente, estão na sala principal do EMCCF, onde anteriormente era a sala de Carlos Chagas Filho. Este trabalho pretende apresentar considerações sobre o Projeto de Preservação do Acervo Bibliográfico do Espaço Memorial Carlos Chagas Filho (EMCCF), que consistiu na higienização dos livros e no acondicionamento com material arquivístico adequado. Também será abordada a importância de elaborar propostas de preservação para acervos bibliográficos em consonância com o código de ética do Conselho Internacional de Museus – ICOM, além das diretrizes recomendadas pelo Instituto Brasileiros de Museus – IBRAM, através do Plano Museológico e o Inventário Nacional dos Bens Culturais Musealizados.


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